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Uma carta de reclamação

(Please, help me correcting my text. Writing a formal letter in Portuguese is no picnic!)

Excelentissímo Senhor Diretor,
visitei recentemente o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e fiquei surpreendido e indignado pelo mau estado de conservação do jardim.
Todos os caminhos ficam cheios de montes de folhas caídas e de ervas daninhas, muitas plantas precisariam ser regadas diariamente ou podadas, quase todas as fontes só têm água em podridão. Os dois distribuidores de snacks e refrescos ficam averiados e até encontrei na casa de banho um cartaz pedindo aos visitantes para não atirarem camisas-de-vénus no wc.
Durante as duas horas da minha visita vi numerosos trabalhadores só fumando e tagarelando à sombra das árvores. Tomara eu também tivesse pausas de descanso tão cumpridas ao trabalho!
No borboletario haviam dois encarregados, mas falavam inglés muito mal e as explicações deles sobre o ciclo de vida das borboletas eram muito banais.
Acho que nesse período de crise o Jardim Botânico provavelmente recebe poucos subsídios pelo Governo e o lucro dos bilhetes de entrada não é suficiente para cobrir os custos de gestão da estrutura.
Não seria melhor então entregar o cultivo dos jardins a um grupo seleccionado de volúntarios, formado talvez por studentes e reformados?
Aguardo noticias de V.Ex.ª e subscrevo me com muita consideração, apresentando os meus cumprimentos.

Dario -----

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    Uma carta de reclamação

    (Please, help me correcting my text. Writing a formal letter in Portuguese is no picnic!)

    Excelentissímo Senhor Diretor,
    visitei recentemente o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e fiquei surpreendido e indignado pelo mau estado de conservação do jardim.
    Todos os caminhos ficam cheios de montes de folhas caídas e de ervas daninhas, muitas plantas precisariam ser regadas diariamente ou podadas, quase todas as fontes só têm água em podridão. Os dois distribuidores de snacks e refrescos ficam averiados e até encontrei na casa de banho um cartaz pedindo aos visitantes para não atirarem camisas-de-vénus no wc.
    Durante as duas horas da minha visita vi numerosos trabalhadores só fumando e tagarelando à sombra das árvores. Tomara eu também tivesse pausas de descanso tão cumpridas ao trabalho!
    No borboletario haviam dois encarregados, mas falavam inglés muito mal e as explicações deles sobre o ciclo de vida das borboletas eram muito banais.
    Acho que nesse período de crise o Jardim Botânico provavelmente recebe poucos subsídios pelo Governo e o lucro dos bilhetes de entrada não é suficiente para cobrir os custos de gestão da estrutura.
    Não seria melhor então entregar o cultivo dos jardins a um grupo selecionado de volúntarios, formado talvez por estudantes e recem formados?
    Aguardo noticias de V.Ex.ª e subscrevo me com muita consideração, apresentando os meus cumprimentos.

    Dario -----

    Uma carta de reclamação


    Excelentissímo Senhor Diretor,
    visitei recentemente o Jardim Botânico da Universidade de Lisboa e fiquei surpreendido e indignado pelo (eu diria "com o") mau estado de conservação do jardim.
    Todos os caminhos estão cheios de montes de folhas caídas e de ervas daninhas, muitas plantas precisariam ser regadas diariamente ou podadas, quase todas as fontes só têm água parada e suja. Os dois vendedores de lanches e refrescos ficam averiados (não sei o qué averiados, tampouco achei no dicionário. Talvez "dispersos"? "espalhados?") e até encontrei na casa de banho um cartaz pedindo aos visitantes para não atirarem camisas-de-vénus no vaso sanitário.
    Durante as duas horas da minha visita vi numerosos trabalhadores só fumando e tagarelando à sombra das árvores. Quisera eu também ter pausas de descanso tão compridas no trabalho!
    No borboletário havia dois encarregados, mas falavam inglês muito mal e as explicações deles sobre o ciclo de vida das borboletas eram muito banais.
    Acho que nesse período de crise o Jardim Botânico provavelmente recebe poucos subsídios do governo e o lucro dos bilhetes de entrada não é suficiente para cobrir os custos de gestão da estrutura.
    Não seria melhor então entregar o cultivo dos jardins a um grupo selecionado (reforma ortográfica!) de voluntários, formado talvez por estudentes (para serem?) reformados?
    Aguardo noticias de V.Ex.ª e subscrevo-me com muita consideração, apresentando os meus cumprimentos.

    Dario -----

     

    Muito bom, Dario! Espero não ser tarde para a correção.
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