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Os portugueses têm uma falta de líderes bons?

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Li esse artigo sobre a falta de mulheres nos lugares de liderança no Portugal (1).
Devo dizer que eu concordo com a tema. Acredito que Portugal tem uma falta de liderança boa, mas não acredito que a frase muitas vezes repetida sobre os chefes são os piores, e têm a culpa. Acredito que o problema principal é as restrições de movimento de informação. Por exemplo neste link (2) há estáticas de trabalho no Portugal. Os portugueses trabalham muitas horas; a nona o mais horas de trabalho na Europa mas têm a distinção de uns país menos produtiva na Europa (sexto de dez). Estes dois fatos dizem me que os líderes podem requer as horas mas não podem fazer cumprir trabalho, ou seja é como a citação de Peter Drucker, “o que é medido é gerenciado”. Os gerentes podem fazer medidas de horas de algumas pessoas mas não podem fazer a produtividade de algumas pessoas porque no escritórios o trabalho não é a responsabilidade de uma pessoa. Se uma pessoa tem uma ideia para melhorar o emprego dela tem de confrontar a caminho antigo e as apoiantes do caminho antigo que não gostam de mudar. Uma falta de outro emprego faz esse problema o pior. Então a obra de seguir um caminho desconhecido é demais risco. Uma vez um português, ligeiramente bêbado, disse me essa piada: a lema de Portugal deve ser “cobrir o seu rabo”.

1) http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO254002.html?page=0
2) http://amanpour.blogs.cnn.com/2012/05/30/surprise-who-works-the-most-hours-in-europe/

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    Os portugueses têm uma falta (isto é uma antítese, ou contradição, melhor: "sentem falta", ou, "Faltam bons líderes portugueses?", ou, "Os portugueses carecem", sendo este último o melhor) de líderes bons? (note que nem sempre o adjetivo deve ir após o substantivo no português, principalmente em fechamentos de frases ou sentenças; neste caso o ideal seria: "bons líderes")

    Li esse artigo sobre a falta de mulheres nos lugares ("nos lugares de liderança", soa como advérbio de lugar; melhor seria: "em cargos", ou, "posições", que são substantivos que não soam ambíguos) de liderança no  ("Portugal", apesar de ser um país, por convenção e definição local, deve ser mencionado como apenas "Portugal", sem artigo - para entender isso, exemplifica-se no caso do inglês "The Hague", não somente "Hague", por definição local, i.e., da Holanda) Portugal (1).
    Devo dizer que eu concordo com a tema ("o tema", substantivo masculino - posteriormente vou lhe dar algumas dicas de como identificar se algo é masculino ou feminino, mas, de maneira geral, trata-se de memorização pura e crua!). Acredito que Portugal tem uma falta de liderança boa (veja nota acima no título), mas não acredito que a frase muitas vezes repetida sobre os chefes (trata-se de um acréscimo de informações (não sei se devo especificar aqui todas as funções gramaticais), que, portanto, exigem vírgula) ligada são os piores (refere-se à "frase" - singular) , e têm ("têm", apenas quando está no plural e, além disso, nunca separa-se sujeito do verbo com vírgula) a culpa. Acredito que o problema principal é as ("são as") restrições de movimento de informação. Por exemplo  (sempre iniciar "por exemplo", com vírgula) neste link (faltam os dois pontos) (2) há estáticas (estatísticas) de trabalho no (em) Portugal. Os portugueses trabalham muitas horas; a nona o mais horas ("nono país em horas") de trabalho na Europa mas (sempre usar vírgula neste tipo de "mas", no caso, junção adversativa) têm a distinção de uns país ("uns países") menos produtiva na Europa ("menos produtivos") (sexto de dez) (confesso que está muito confusa esta frase). Estes dois fatos dizem me que os líderes podem requer (requerer) as horas mas (faltou vírgula) não podem fazer cumprir trabalho ("o trabalho", necessita-se de artigo quando do uso do verbo), ou seja (fechar com vírgula) é como a citação de Peter Drucker, “o que é medido é gerenciado”. Os gerentes podem fazer medidas de horas de algumas pessoas (faltou vírgula) mas não podem fazer a produtividade de algumas pessoas (fazer o quê com a produtividade? Neste aspecto, o verbo "fazer" é parecido com o inglês "do", necessita de objeto) (faltou vírgula) porque no ("nos") escritórios o trabalho não é a ("da") responsabilidade de uma pessoa. Se uma pessoa tem uma ideia para melhorar o emprego dela (faltou vírgula) tem de confrontar a caminho antigo e as ("os") apoiantes do caminho antigo que não gostam de mudar. Uma falta de outro emprego faz esse problema o pior (está confuso). Então a obra de seguir um caminho desconhecido é demais risco ("arriscado demais"). Uma vez um português, ligeiramente bêbado, disse me (disse-me) essa piada: a lema ("olema) de Portugal deve ser “cobrir o seu rabo”.

    1) http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO254002.html?page=0
    2) http://amanpour.blogs.cnn.com/2012/05/30/surprise-who-works-the-most-hours-in-europe/

    Os portugueses têm uma falta de bons líderes bons?

    Li esse artigo sobre a falta de mulheres nos lugares de liderança em no Portugal (1).
    Devo dizer que eu concordo com a o tema. Acredito que Portugal tem uma falta de boa liderança boa, mas não acredito que a frase, muitas vezes repetida, sobre os chefes são serem os piores, e têm a culpa e serem os culpados. Acredito que o problema principal é são as restrições de movimento de informação. Por exemplo neste link (2) há estáticas de trabalho no em Portugal. Os portugueses trabalham muitas horas; a nona o mais horas (???) de trabalho na Europa mas têm a distinção de uns país menos produtiva produtivo na Europa (sexto de dez). Estes dois fatos dizem me que os líderes podem requerer as horas mas não podem fazer cumprir o trabalho, ou seja é como a citação de Peter Drucker, “o que é medido é gerenciado”. Os gerentes podem fazer medidas de horas de algumas pessoas mas não podem fazer a produtividade de algumas pessoas porque nos escritórios o trabalho não é a responsabilidade de uma pessoa. Se uma pessoa tem uma ideia para melhorar o emprego dela tem de confrontar a caminho maneira antiga e as apoiantes da caminho maneira antigao, que não gostam de mudar. Uma falta de outro emprego faz torna esse problema ainda o pior. Então, a obra o ato de seguir um caminho desconhecido é arriscado demais risco. Uma vez um português, ligeiramente bêbado, disse-me essa piada: a o lema de Portugal deve ser “cobrir o seu rabo”.

    1) http://www.dinheirovivo.pt/Faz/Artigo/CIECO254002.html?page=0
    2) http://amanpour.blogs.cnn.com/2012/05/30/surprise-who-works-the-most-hours-in-europe/

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