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RENDAS

A pequena Maria Figueira morava perto da Praça Nova do D. João III, ou hoje a Praça do Vasco de Gama hoje, na cidade velha de Vila de Conde, de cujos portos as caravelas quinhentistas partiam para encontrar os novos caminhos marítimos para o grande reino de Portugal. A Maria Figueira, de grácil figura de uma menina e de grandes olhos negros, era conhecida como a melhor rendeira na toda a Costa Norte de Portugal. Os seus ornamentos e as figuras das rendas de birlos uma outra rendeira não podia imitar. A Maria Figueira como nasceu com o seu rebolo e com os seus bilros e enquanto criava as suas rendas, como não se existisse uma outra coisa ou pessoa que poderia a interferir no seu mundo de rendas. O tempo para Maria como se estivesse parado durante a dança mágica dos seus birlos, e ela parecia como uma das Moreias , que estava a entrelaçar o destino de qualquer um dos mortais. Então, toda a vida da Maria Figueira tinha passado com a sua almofada e pelos seus birlos. Nunca se casou e não tinha a família em Vila de Conde. Antes do final da sua vida tranquila a Maria perdeu a sua visão. Foi escoltada para a sua casa eterna com alguns amigos, com o seu vestido cinzento e com uma grande gola de rendas.

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    RENDAS

    A pequena Maria Figueira morava perto da Praça Nova do D. João III, ou hoje a Praça do Vasco de Gama hoje, na cidade velha de Vila de Conde, de cujos portos as caravelas quinhentistas partiam para encontrar os novos caminhos marítimos para o grande reino de Portugal. A Maria Figueira, de grácil figura de uma menina e de grandes olhos negros, era conhecida como a melhor rendeira na toda a Costa Norte de Portugal. Os seus ornamentos e as figuras das rendas de birlos uma outra rendeira não podia imitar. A Maria Figueira como nasceu com o seu rebolo e com os seus bilros e enquanto criava as suas rendas, como se não existisse uma outra coisa ou pessoa que poderia a interferir no seu mundo de rendas. O tempo para Maria era como se estivesse parado durante a dança mágica dos seus birlos, e ela parecia como uma das Moreias , que estava a entrelaçar o destino de qualquer um dos mortais. Então, toda a vida da Maria Figueira tinha passado com a sua almofada e pelos seus birlos. Nunca se casou e não tinha uma família em Vila de Conde. Antes do final da sua vida tranquila a Maria perdeu a sua visão. Foi escoltada para a sua casa eterna com alguns amigos, com o seu vestido cinzento e com uma grande gola de rendas.

     

    RENDAS
    A pequena Maria Figueira morava perto da Praça Nova do D. João III, ou hoje a Praça do Vasco de da Gama hoje, na cidade velha de Vila de do Conde, de cujos portos as caravelas quinhentistas partiam para encontrar os novos caminhos marítimos para o grande reino de Portugal. A (tirei o artigo definido) Maria Figueira, de grácil figura de uma menina uma menina de grácil figura e de grandes olhos negros, era conhecida como a melhor rendeira na em toda a Costa Norte de Portugal. Os seus ornamentos e as figuras das rendas de birlos uma outra rendeira não podia imitar. A Maria Figueira como nasceu com o seu rebolo e com os seus bilros e enquanto criava as suas rendas, como não se existisse não existia uma outra coisa ou pessoa que poderia pudesse a interferir no seu mundo de rendas (é errado, na lingua portuguesa, repetir uma palavra ou expressão já dita anteriormente. É bom usar sinônimos). O tempo para Maria, era como se estivesse parado durante a dança mágica dos seus birlos, e ela parecia como uma das Moreias, que estava a entrelaçar o destino de qualquer um dos mortais. Então, toda a vida da de (fica melhor omitir o artigo aqui, mas não está errado usá-lo) Maria Figueira tinha passado com a sua almofada e pelos seus birlos. Nunca se casou e não tinha a (não existe uma família específica aqui, já que ela não teve uma, então não se usa o artigo definido) família em Vila de do Conde. Antes do final da sua vida tranquila a (tirei o artigo definido) Maria perdeu a sua visão. Foi escoltada para a sua casa eterna com alguns amigos, com o seu vestido cinzento e com uma grande gola de rendas.

     

    Tirei o artigos definidos utilizados para a "Maria Figueira". Os artigos definidos (o, a, os, as) são usados com nomes próprios indicando familiaridade, mas trata-se de uso opcional, podendo também ser omitido:
    "O João não veio hoje" ou "João não veio hoje"
    "A Ana está sempre presente nos encontros dominicais" ou "Ana está sempre presente nos encontros dominicais"
    Ou seja, ambos estão certos, mas como eu (o leitor) não tenho familiaridade nenhuma com a "Maria Figueira", fica muito estranho escutar alguém se referindo a ela com o artigo. Como eu sei que você conhece ela, e que você sabe que eu acabei de me familiarizar com o personagem, eu estou usando o artigo para explicar para você. Deu para entender? Se não ficou claro posso explicar de novo.

     

    ^.-* Mas Muito Bom mesmo assim!!! Adoro seus textos!!! Parabéns pelas histórias fantásticas.

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