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UMA HISTÓRIA ARDENTE

Era uma vez em um país ao longo de sete montanhas e sete mares vivia ela, e era morena alta e bonita. Chamava se Ana. Nesse país alegre, ao longo de sete montanhas e sete mares, vivia também ele e era moreno, alto e bonito. Chamava se Pedro. Nas olhos negros da Ana estava a arder o fogo. Nos olhos do Pedro também estava a arder o fogo. A força do destino levou a Ana um dia ensolarado, na pequena praça em frente à igreja de São Antão. A mesma força levou a Pedro na mesma praça e ao mesmo tempo. O padro Francisco o reitor da igreja de São Antão casou-os na presença do Senhor no outuno desse ano. O resultado desses fogos divinos são agora as três meninas, Clara, Claudia e Cristina e os três meninos João, José e Joaquim. Eles são morenos, bonitos e altos, e nos olhos deles também ardem as chamas de vida e do amor.

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    UMA HISTÓRIA ARDENTE

    Era uma vez em um país ao longo de sete montanhas e sete mares, vivia ela, e era morena alta e bonita. Chamava-se Ana. Nesse país alegre, ao longo de sete montanhas e sete mares, vivia também ele e era moreno, alto e bonito. Chamava-se Pedro. Nos olhos negros da Ana estava a arder o fogo. Nos olhos do Pedro também estava a arder o fogo. A força do destino levou a Ana um dia ensolarado, na pequena praça em frente à igreja de São Antão. A mesma força levou a Pedro na mesma praça e ao mesmo tempo. O padro Francisco o reitor da igreja de São Antão casou-os na presença do Senhor no outuno desse ano. O resultado desses fogos divinos são agora as três meninas; Clara, Claudia e Cristina e os três meninos; João, José e Joaquim. Eles são morenos, bonitos e altos, e nos olhos deles também ardem as chamas de vida e do amor.

     

    Poucos erros Kameko, e boa narrativa :D.

    UMA HISTÓRIA ARDENTE

    Era uma vez em um país ao longo de sete montanhas e sete mares. vivia ela, e era morena, alta e bonita. Chamava-se Ana. Nesse país alegre, ao longo de sete montanhas e sete mares, vivia também ele, moreno, alto e bonito. Chamava-se Pedro. Nas Nos olhos negros da de Ana estava a arder o fogo*. Nos olhos do Pedro também estava a arder o fogo. A força do destino levou a Ana em um dia ensolarado, na pequena praça em frente à igreja de São Antão. A mesma força levou a Pedro na à mesma praça e ao mesmo tempo. O padro Francisco o , reitor da igreja de São Antão casou-os na presença do Senhor no outuno outono desse ano. O resultado desses fogos divinos são agora as três meninas, Clara, Claudia e Cristina e os três meninos, João, José e Joaquim. Eles são morenos, bonitos e altos, e nos olhos deles também ardem as chamas de vida e do amor.

     

    *Acredito que "estava a arder o fogo" também poderia ser expressado como "ardia o fogo".

     

    Ótimo texto!

     

    UMA HISTÓRIA ARDENTE

    (Era uma vez) em um país ao longo de sete montanhas e sete mares vivia ela, e era morena, alta e bonita. Chamava-se Ana. Nesse país alegre, ao longo de sete montanhas e sete mares, vivia também ele e era moreno, alto e bonito. Chamava-se Pedro. Nos olhos negros da Ana estava a arder o fogo. Nos olhos do Pedro também estava a arder o fogo. A força do destino levou a Ana, em um dia ensolarado, à pequena praça em frente à igreja de São Antão. A mesma força levou a Pedro à mesma praça e ao mesmo tempo. O padre Francisco, o reitor da igreja de São Antão, casou-os na presença do Senhor no outuno desse ano. O resultado desses fogos divinos são agora as três meninas: Clara, Claudia e Cristina e os três meninos João, José e Joaquim. Eles são morenos, bonitos e altos, e nos olhos deles também ardem as chamas de vida e do amor.

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